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Investir em criptomoedas: É seguro? Como funciona?

Tempo de leitura: 10 min

Escrito por Mafalda Melo

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As criptomoedas surgiram por volta de 1980, permeadas de muito mistério e poucas informações sobre a criação desse tipo de moeda, não é possível saber, por exemplo, quem exatamente foi o primeiro a idealizar e torná-las “realidade”.

Tudo que se sabe, é que a primeira criptomoeda, e até hoje a mais famosa, o Bitcoin, foi criada em 2009, logo após a crise econômica mundial, por um usuário sob o pseudônimo de Satoshi Nakamoto, e isto serviu de base para o desenvolvimento de outras criptomoedas.

Diferente das moedas comuns, as criptomoedas foram pensadas para atuarem totalmente nos meios digitais e funcionam basicamente com tecnologia de criptografia, para serem cambiáveis, ou seja, passíveis de venda e compra, sem que seja necessário que elas existam fisicamente. Se antigamente investir em criptomoedas não era nem de se pensar, hoje investir em criptomoedas se tornou um ápice.

Se você deseja entender um pouco mais sobre criptomoedas, saber como elas funcionam, se são seguras e como começar a investir em criptomoedas, continue conosco e aproveite a leitura deste artigo.

Vamos lá?

O que é criptomoeda?

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As criptomoedas, também conhecidas e chamadas moedas virtuais ou moedas digitais, são ativos financeiros similares às moedas físicas que já conhecemos, como o Real, o Dólar ou o Euro.

Uma das principais diferenças entre elas, no entanto, está no fato de que, enquanto as moedas tradicionais tem o governo como principal órgão regulador, as criptomoedas, em sua maioria, não possuem um órgão que sirva a esta função, e é por isso que elas são descentralizadas.

Elas são criadas a partir de sistemas avançados de criptografia, e códigos matemáticos que visam proteger as transações, os dados e informações pessoais de quem as utiliza.

Todas as transações envolvendo criptomoedas acontecem apenas no ambiente virtual, há países que as aceitam de forma legalizada, como moedas para pagamentos, e outros onde ela é ilegal, e cada um desses países determinam legislações diferentes para lidar com elas.

No Brasil, as criptomoedas não são ilegais, mesmo que não existam regulamentação específicas para gerenciá-las. 

Aqui, além delas serem consideradas bens, é possível negociá-las no mercado por serem considerados ativos financeiros, sendo necessário declarar os ganhos em criptomoedas no imposto de renda (existem, inclusive, códigos na Receita Federal para esses casos).

Como funciona a criptomoeda?

As transações que envolvem criptomoedas – venda, compra e cotação – acontecem completamente na internet e de forma anônima, e a moeda digital é armazenada em uma carteira digital, gerida por um computador pessoal ou celular.

A tecnologia por trás das criptomoedas é conhecida como rede blockchain, correntes de dados que carregam informações conectadas em blocos de informações criptografadas.

Onde as principais bases para a segurança estão na característica descentralizada dessas moedas, com registros e dados compartilhados, sem a mediação ou interferência de terceiros, a não ser as partes envolvidas na transação, valorizando a comunicação direta e o sigilo.

A criptomoeda mais popular no mundo, a Bitcoin, e outras como o Ethereum, Binanance, etc. já são uma realidade nas transações comerciais no mundo todo, e usadas em empresas como a Microsoft e IBM, por exemplo. As estimativas apontam que a tendência é que elas se fortaleçam cada vez mais.

Criptomoedas são seguras?

Uma das dúvidas mais recorrentes quando as pessoas pensam em criptomoedas é se elas são realmente seguras, ou tão seguras quanto moedas tradicionais e se este mercado de transações com moedas digitais é confiável.

A questão é que, as criptomoedas são seguras se você cuidar bem delas, da mesma forma que é necessário cuidar do dinheiro fiduciário.

A carteira digital onde as criptomoedas são guardadas, estarão sempre sobre posse do usuário em um registro imutável, ou seja, será muito difícil perder suas criptomoedas, ou elas desaparecerem de seu endereço eletrônico.

E a não ser que você seja enganado, entregue suas informações pessoais e acesso para alguém, ou aja com irresponsabilidade com relação às moedas digitais, a segurança é garantida. 

É necessário dispor de cuidados adequados com suas criptomoedas, pois se os dados digitais forem perdidos, apagados ou roubados, elas também serão perdidas.

Como funciona a variação de preço?

A variação de preços da criptomoeda, funciona de acordo com as leis de oferta e procura.

Quando as criptomoedas estão em evidência, em períodos onde elas mais chamam a atenção, serão mais procuradas e se tornarão melhores opções para investir em criptomoedas. Aumentando o volume de compras e elevando os preços.

Com essa característica, é natural a volatilidade das criptomoedas, e que aconteçam altas e quedas nos preços. Outro fator a ser considerado é o fato do mercado de moedas digitais ser limitado a um pequeno grupo e utilizado por poucas pessoas, e também por ser um mercado pequeno, as operações podem causar impactos relevantes nas cotações.

Quais são as principais criptomoedas?

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Já dissemos que o Bitcoin é a moeda mais popular e conhecida, mas existe uma variedade imensa de outras moedas que servem aos mais variados propósitos. 

Uma estimativa de 2020 apontava que o número de moedas digitais era maior que 6000, e novos projetos continuam surgindo a todo momento.

Conheça as principais criptomoedas em circulação na internet.

Bitcoin (BTC)

O Bitcoin revolucionou o mercado financeiro e ela já foi considerada ouro digital, pelo seu valor, sua escassez e por ser muito segura. 

O número de bitcoins é limitado a 21 milhões, e destes, nem todos foram criados ainda, a criação total delas está prevista para o ano de 2141 e a cada ano, a emissão de novas moedas vai diminuindo.

Ethereum (ETH)

Esta moeda foi criada em 2013, e é a segunda maior criptomoeda. Ela surgiu com o objetivo de ser mais rápida que o bitcoin, descentralizar ativos e tokenizar ativos físicos, como uma casa ou uma obra de arte.

Binance Coin (BCN)

Diferente das duas moedas anteriores que se caracterizam por serem descentralizadas, a Binance Coin é uma moeda centralizada, por ter sido criada para uso dentro de uma exchange, que são corretoras especializadas em mediar as transações de criptoativos, semelhantes a uma corretora tradicional. 

Ela é a terceira maior criptomoeda e ela surgiu em 2017 para competir com a Ethereum.

Ripple (XRP)

A moeda XRP, criada pela Ripple Labs em 2013, segue um modelo centralizado e não foi criada para uso direto de consumidores, mas para oferecer liquidez a bancos e agentes financeiros, além disso não existe a possibilidade de mineração para esta moeda. 

Tether (USDT)

Esta moeda foi lançada em 2014 e seu principal objetivo era ter paridade com o dólar dos Estados Unidos, ou seja, seu valor sempre acompanha o preço do dólar . Ela é um tipo de criptomoeda chamada stablecoin, caracterizada pelo fato de ser lastreada em uma moeda física.

Cardano (ADA)

Esta criptomoeda foi criada por um dos fundadores da ethereum, e um de seus principais objetivos era ter ativos mais rápidos que os da ethereum, que em termos práticos significa que ela é bem mais barata.

Dogecoin (DOGE)

Esta moeda foi criada em 2013 e o seu valor é bem baixo. Há bilhões de moedas em circulação e várias ainda podem ser mineradas. Ela tem ganhado bastante popularidade e tem sido muito procurada por investidores o que tem gerado sua valorização.

Como investir em criptomoedas?

Existem pelo menos 5 maneiras de investir em criptomoedas, vamos conhecê-las.

  1. Exchange: Já dissemos que a exchange é uma corretora para moedas digitais. Nela, o investidor tem uma ampla variedade de opções em criptomoedas e para começar a investir você só precisará de um dispositivo móvel, baixar o aplicativo e fazer o cadastro.
  1. Fundo de investimentos: esta é uma das maneiras mais simples de servir criptomoeda. Onde você compra uma cota, e quem decide as aplicações são gestores especializados ou ela fica a cargo de um índice pré-estabelecido.
  1. Bolsa de Valores: Fundo de Índice (ETF): São fundos de investimentos constituídos com a finalidade de investir em uma carteira de ações, buscando replicar esta carteira de ações e aumentar a rentabilidade de um determinado índice, neste caso o de moedas digitais. O Brasil foi o primeiro país da América Latina a dispor deste tipo de investimento, em abril deste ano.
  1. Peer to Peer (P2P): O investimento par a par (tradução livre do inglês) é uma modalidade de investimento para quem deseja diversificar a carteira, nela não existe intermediários, ou seja, é uma transação direta. Que torna mais ágil o recebimento das criptomoedas 
  1. Exchange descentralizadas: são sistemas autônomos que usam contratos inteligentes na intermediação de negociação entre pessoas.  Esta modalidade é possível ter acesso a uma ampla variedade de criptoativos e a privacidade na transação é total. No entanto, ela requer cuidado redobrado devido a possibilidade de roubo por hackers ou golpes.

O que é mineração de criptomoedas?

Para pessoas não familiarizadas com o universo de moedas digitais, a mineração de criptomoedas pode ser uma incógnita, mas tentaremos explicar de uma forma fácil e acessível.

O objetivo da mineração é validar as transações da criptomoeda, mantendo-as à prova de fraudes e garantindo a máxima segurança. Além disso, esta atividade tem o poder de colocar no mercado novas unidades da moeda digital.

Vamos fazer uma analogia simples usando ouro comum, considerando que toda criptomoeda é considerada o ouro digital:

  • Minerar significa que o papel do minerador é resolver equações matemáticas; 
  • A mina de um minerador digital é o blockchain;
  • Ao invés de picaretas e equipamentos de mineração, eles usam computadores de alta performances e ultra potentes que resolverão várias equações por segundo; 
  • O terreno escolhido para mineração, assim como em uma mina comum, segue a lógica tentativa e erro;
  • Quem encontrar a solução para a equação primeiro, recebe a recompensa da rede blockchain, que seria o ouro digital;
  • Obviamente esta é uma atividade extremamente lucrativa.

Quais são as vantagens e desvantagens de investir em criptomoedas?

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A valorização das criptomoedas acontece de forma impressionante, e não é atoa que este fato chama atenção do mercado financeiro e atrai investidores dispostos mundo afora, querendo tirar proveito desta situação.

Porém, como em qualquer tipo de investimento, se dedicar às criptomoedas traz muitas vantagens, mas também oferece muitos riscos. Vamos conhecer as vantagens e desvantagens desta atividade envolvendo criptomoedas.

Vantagens:

  • Alta valorização da moeda;
  • Aceitação da moeda no mercado internacional. Muitos empresas, principalmente no Japão e na China, realizam transações comerciais envolvendo criptomoedas;
  • A segurança, a privacidade e a proteção de dados é incrível;
  • Tarifas baixas, ou inexistência delas, já que as transações podem ser realizadas sem a intermediação de terceiros;
  • Descentralização e autogerenciamento, motivos pelos quais as criptomoedas não são atingidas pela inflação;
  • Velocidade e acessibilidade durante as transações.

Desvantagens

  • Proibição e ilegalidade das criptomoedas em alguns países;
  • Falta de regulamentação, devido ao fato de muitas autoridades acreditarem que as criptomoedas podem se tornar um problema financeiro, ou que são frutos de modismos;
  • As moedas digitais são códigos matemáticos, então não possuem lastro como as moedas convencionais e não existem no mundo real. Em termos gerais, não há nada que comprove seu valor de fato;
  • As moedas digitais funcionam de forma similar à bolsa de valores, o que provoca alta volatilidade, que em termos práticos, significa que elas podem se valorizar rapidamente, mas sofrer quedas repentinas.
  • Dificuldade para autogerenciamento, pois a criptomoeda é um produto da ciência da computação, um tipo de conhecimento que poucos tem acesso e é bem difícil de entender;
  • Inexistência de políticas de reembolso. Se você faz uma transação equivocada, nada garante que terá suas criptomoedas de volta.

O conteúdo é extenso e há uma quantidade enorme de informações relevantes e interessantes sobre criptomoedas.

O objetivo deste artigo, é dar um panorama geral e servir como um pequeno guia introdutório para que você possa mergulhar com mais profundidade no mundo das moedas digitais.

Por isso, esperamos que as informações compiladas aqui, tenham sido relevantes para você.

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